
Um dos maiores times de todos os tempos. Com uma facilidade constrangedora, o Barcelona goleou com facilidade o Santos por 4 a 0 e conquistou o Bi-Campeonato Mundial de Clubes da FIFA, Messi marcou duas vezes e Xavi e Fábregas fizeram os outros. Com 71% de posse de bola contra 21% do time brasileiro. Foi a maior goleada desde que o Mundial de Clubes foi criado.
Não há time que se iguale ao Barcelona neste mundo. O Santos sonhava, mas não foi páreo para o Barça. Mesmo escalando três zagueiros para tentar brecar a equipe catalã, o Peixe foihumilhado. O time espanhol, enfim, conseguiu derrotar uma equipe brasileira em final de Mundial. Havia perdido em 1992, para o São Paulo, e em 2006, para o Internacional. Agora, acabou com a escrita e em grande estilo: jogando um futebol exuberante.
O Barça mostrou que está vários degraus acima de todos os outros. Mostra isso há anos na Europa. E mostrou no Japão, diante de um campeão da Libertadores que conta com os jogadores brasileiros mais badalados nos últimos tempos - Neymar e Ganso.
Havia muita expectativa sobre o duelo entre Neymar e Messi. O argentino desfilou. O brasileiro não conseguia receber um passe. No primeiro tempo, só chamou alguma em uma arrancada do meio do campo, mas acabou parado por Puyol e Piqué. No segundo, teve chance clara, mas chutou em cima de Valdés.
A Universidad de Chile conquistou na noite desta quarta-feira a Copa Sul-Americana de 2011 ao golear a LDU por 3 a 0, na partida de volta disputada no Estádio Nacional de Santiago. Eduardo Vargas abriu o placar, aos dois minutos de partida, Gustavo Lorenzetti fez o segundo, aos 34 da etapa final, e Vargas marcou novamente, aos 41, para fechar o placar. Os chilenos já tinham vencido o jogo de ida, em Quito, por 1 a 0.
Este é o primeiro título internacional da Universidad de Chile em seus 84 anos de história. A importância da primeira decisão internacional da "La U" não abalou os nervos do time chileno, que abriu o placar logo aos dois minutos, quando Vargas recebeu a bola na área e arrematou sem perdão, para o delírio dos 50 mil torcedores no Estádio Nacional.
O time de Quito sentiu o golpe e ficou limitado a raros ataques pelo lado esquerdo - que a zaga chilena controlava sem maiores problemas - e ao talento individual do atacante Luis Bolaños. Aos 37 minutos, a Universidad teve ótima chance para ampliar quando o argentino Rodríguez fez fila e disparou um míssil contra o goleiro Alexander Domínguez, que deu rebote, mas Castro desperdiçou, chutando sobre o gol.
A LDU equilibrou as ações na segunda etapa e até pressionou a equipe local, mas o defensor Jorge Guagua acertou uma cotovelada no meia argentino Gustavo Lorenzetti e foi expulso, deixando o time equatoriano com dez homens, aos 22 minutos. Na cobrança da falta, Canales exigiu defesa espetacular do goleiro Domínguez, que minutos depois se atirou aos pés do mesmo Canales para impedir o gol.
Aos 34 minutos, Canales puxou um ataque com Vargas e Mena e a jogada terminou nos pés do volante Gustavo Lorenzetti, que arrematou para fazer 2 a 0. Rodríguez poderia ter complicado a vida da Universidad, ao ser expulso aos 39 minutos, mas Vargas, o nome do jogo, anotou o terceiro gol ao sair em velocidade pela intermediária, se livrar de três marcadores e completar com categoria sobre Domínguez, para o delírio da torcida local.
Boca reesurge na Argentina e Nacional é campeão uruguaio: todos na Libertadores de 2012
argentino Enviar feedback »ARGENTINA - O BOCA VOLTOU

Foi a volta de um campeão no La Bombonera. Com a goleada de 3 a 0 sobre o Banfield, o Boca Juniors se sagrou campeão do Torneio Apertura. O 24º título nacional da história azul e ouro.
Para completar a alegria, com o título o Boca Juniors garantiu lugar na próxima Copa Libertadores. Seis vezes campeão continental, o xeneize não aparecia na competição desde 2009. Os adversários no Grupo 4 serão Fluminense, Zamora (VEN) e o vencedor da partida entre Arsenal de Sarandí e Sport Huancayo (PER). Assim como o clube brasileiro, o Boca entra como favorito neste grupo.
Não deu nem para o torcedor do Boca Juniors ficar nervoso. Aos dez minutos, Cvitanich aproveitou bate rebate dentro da área e abriu o placar. O título, ali, já estava assegurado. O Banfield, lanterna do Apertura, não podia e não tinha condições de fazer frente. Cvita, outra vez, agora aos 44 minutos ampliou.
Na volta do intervalo, logo com um minuto, saiu o terceiro. Rivero marcou em um chute sem chance para o goleiro Lucchetti. Tudo era festa. A Bombonera explodia, e gritou ainda mais quando Riquelme entrou substituindo Rivero. O camisa 10 segue sendo o símbolo dessa equipe.
Do La Bombonera saiu o grito de campeão, que não era ouvido desde o Apertura de 2008. Saiu também a confirmação de que o Rei de Copas está de volta. A mística xeneize tem agora novo objetivo: A sétima Copa Libertadores.
URUGUAI

Com uma vitória por 1 a 0 sobre o Liverpool no Estádio Centenário, em Montevidéu, o Nacional se sagrou campeão do Torneio Apertura uruguaio neste domingo.
O gol do título foi marcado pelo veterano Álvaro Recoba, aos 34 minutos do segundo tempo. O meia, que havia entrado no intervalo, acertou um belo chute de canhota de fora da área.
O título chegou após uma recuperação incrível do Nacional no Apertura – o clube chegou a ficar sete pontos atrás do Peñarol na classificação.
O Nacional terminou o Apertura um ponto acima do Danúbio, o vice-campeão, e dois a mais que o Peñarol, terceiro colocado.

Após alguns anos sem fazer boas campanhas e em crise econômica, o tradicional clube argentino, Boca Juniors, parece ter voltado com tudo: com vantagem de oito pontos para os vice-líderes no argentino, o Boca consegue um feito que ninguém conseguiu nos últimos dez anos, quando os próprios blanquicelestes levaram o troféu.
Sem Riquelme, e mais líder do Apertura 2011 do que nunca, os xeneizes marcaram com Blandi e Chávez, e derrotaram o Atlético Rafaela por 3 x 1 .
No início, os visitantes ainda tentaram uma surpresa relâmpago. Serrano e Castro apostavam na velocidade contra os grandalhões da zaga anfitriã. Só que essa superioridade no ataque durou apenas seis minutos. Tempo em que Rivero achou Blandi na área. O novo centroavante titular do Boca se livrou da marcação, girou e fez o gol ao bom estilo Palermo: 1 x 0.
Apesar do gol logo cedo, a equipe de Júlio César Falcioni seguia com volume de jogo no ataque. Mouche e Rivero já tinham testado a defesa treinada por Carlos Trullet, mas a dupla Chávez e Blandi foi quem avançou sobre a ultima linha e superou o goleiro Sara: 2 x 0, aos 16 minutos.
Com dois tentos na frente, aí sim já era hora dos Xeneizes priorizarem a marcação, especialmente próxima à grande área. Como resultado, La Crema não conseguia causar grandes perigos no arco de Orión. Gandín ficou isolado, e não pode fazer a diferença como nos jogos anteriores.
Só que no retorno dos jogadores após o intervalo. o Rafaela chegou com mais vontade de pressionar para, pelo menos, levar um pontinho da Bombonera. Castro liderou a reação com bons passes, cruzamentos e chutes de fora. No entanto, ainda era o Boca quem tinha as melhores chances, até mesmo em cabeçadas como as do Flaco Schiavi.
Dos lançamentos pra área que os visitantes tanto arriscavam saiu a inspiração para Clemente Rodríguez decidir os rumos da partida. O lateral achou El Pochi Chávez sozinho na área para sacramentar a vitória: 3 x 0, aos 41. La Crema, com status de vice-líder, não queria deixar a caixa de bombons famosa com uma derrota tão sonora, de modo que Fontanini diminuiu aos 43*, num desvio sutil de cabeça na cobrança de Lucas Castro: 3 x 1, placar final.
BOCA JUNIORS: Orión; Roncáglia, Schiavi, Insaurralde e Clemente Rodríguez; Rivero (Paredes), Somoza e Erviti (Colazo); Chávez; Mouche e Blandi (Gracián). DT: Júlio César Falcioni.
ATLÉTICO RAFAELA: Sara; Fernandez (Iriarte), Fontanini, Carniello e Zbrun; Serrano, Juárez (Cordoba), Fissore e Castro; López (González) e Gandín. DT: Carlos Trullet.
Próximos confrontos: Vélez x Boca; Rafaela x Belgrano
Pela Sulamericana, Juan do SP, diz que foi chamado de macaco pelo juiz: e se fosse no Olímpico?
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Não bastasse a eliminação na Copa Sul-Americana, o São Paulo ainda viu o lateral-esquerdo Juan protagonizar uma confusão com o árbitro colombiano Wilmar Roldán. Ainda no gramado do estádio Nicolas Leoz, depois da derrota por 2 a 0 para o Libertad, o atleta tricolor foi expulso.
Na saída do campo, Juan foi cobrar a arbitragem, ao lado de Wellington e Fernandinho. Ele disse que foi chamado de "macaco" pelo árbitro.
"No lance em que eu fui cobrar os três minutos de acréscimos, o árbitro falou para mim: 'Sai daqui, macaco!'. E quando falei para ele, 'me chama agora de macaco', ele covardemente me expulsou. Isso que a Conmebol é brincadeira".
Juan não sabe que se fosse no Olímpico, seria algo completamente normal....
O corte de D'Alessandro foi a principal notícia do treinamento da seleção argentina de acordo com o jornal esportivo Olé, que confirmou a desconvocação nesta segunda-feira. O Inter já havia recomendado que o jogador fosse poupado, por conta de uma lesão muscular na coxa esquerda.
A torcida colorada vivia a expectativa de um trio do Inter para o confronto contra o Brasil, no chamado Superclássico das Américas. Bolatti e Guiñazu foram convocados e devem participar do jogo, que conta ainda com Kleber e Oscar no lado brasileiro. “Nossa opinião é pela não convocação do D’Alessandro, para que ele tenha tempo de recuperação. Passamos isso para eles”, destacou o médico do Inter, Luiz Crescente.
O problema de D’Alessandro, conforme o médico, começou após a vitória sobre o Atlético-MG. “Ele apresentou dores na coxa após o jogo ontem (domingo). Não demos bola, porque essas dores são normais, mas ela continuou”, salientou o especialista. O argentino fará um exame de imagem na terça-feira para que os médicos possam analisar de forma mais precisa o problema. Ainda não está descartada, entretanto, a sua participação contra o Atlético-PR, pelo Brasileirão, no domingo.
Brasil vai com os colorados Kleber e Damião de titulares contra a Argentina
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Nesta terça, o técnico da Seleção Brasileira confirmou dois colorados como titulares para iniciar o amistoso contra a Argentina, às 21h50min desta quarta, no Estádio Mario Alberto Kempes, em Córdoba (ARG).
Campeonato Argentino - Vídeo das torcidas do Estudiantes e River Plate
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Acompanhamos 3 partidas de futebol na Argentina no final do mês de março. 2 pelo Campeonato Argentino e 1 pela fase de Grupos da Copa Libertadores entre Argentino Jrs 0 x 1 Nacional-Uru na cancha de La Paternal, o time Uruguaio precisava vencer pra seguir com chances de classificação, dominou o jogo e venceu por 1 a 0 no acanhado estádio do Argentino, que estava lotado, tanto na Torcida do time da casa, como dos visitantes Uruguaios.
Pela 7 rodada do Campeonato Argentino, jogaram Estudiantes 3 x 0 All Boys no Estádio El Cilindro do Racing, vitória tranquila do Estudiantes que naquela rodada estava na liderança da competição e com o Veron jogando muito, e boa presença de público, cerca de 23 mil.
E no estádio Monumental de Nunez jogaram River Plate 2 x 1 Newells, vitória do time da casa com a presença de cerca de 30 mil torcedores, que na época estava entre os 5 primeiros da tabela, mas que no final acabou rebaixado.
Algumas considerações sobre os jogos:
- Os ingressos ( entradas ) custam em média 40 pesos para a Popular ( atras do gol, onde tradicionalmente ficam as barras ), 70 pesos para arquibancada e cerca de 120 pesos para as cadeiras ( lembrando que cada Real vale aproximadamente 2 pesos ), os valores são basicamente os mesmos que cobrados no Brasil, na média.
- Para entrar nos estádios, todos torcedores passam por mais de 1 revista da Polícia, quando se chega próximo ao complexo do Estádio, e depois mais uma revista quando da entrada nos portões, o policiamento é maior que no Brasil, mas os problemas e violencia historicamente tambem sao maiores, tanto é que na rodada anterior havia morrido um hincha do San Lorenzo na partida contra o Velez. Mas dentro dos Estádios não vi um único policial, somente nas ruas.
- O apoio e cantos das barras são bem similares as nossas, uma opiniao pessoal minha é que visualmente são mais bonitas até porque existem a mais de 20 anos, enquanto aqui estamos iniciando esta cultura, estamos na primeira geração e temos diversas restrições da Policia quanto a entrada de materiais ( mais barras, trapos, bandeirolas), mas no canto estão no mesmo nível que a Guarda Popular, por exemplo. A diferença que percebi é uma maior tolerância com a equipe independente do resultado, sao raros os que vaiam durante a partida, uma lição pra aprendermos.
- Se nota alguns senhores de 40, 50 anos cantando todas as músicas da Torcida o jogo inteiro, o que no Brasil não é muito comum ainda, infelizmente e com exceção a uma que outra música que os Estádios Brasileiros acompanham.
*** Fizemos esta matéria com a intenção de transmitir um pouco a experiência que tivemos acompanhando os jogos, independente das torcidas que pudemos acompanhar, se as partidas fossem no Peru por exemplo, teriamos feito a mesma matéria retratando o que vimos, não temos qualquer ligação com nenhuma destas torcidas ou com qualquer outra que nao seja a Colorada.
***No Brasil estamos criando esta cultura de barras, como disse estamos na primeira geraçao e as idéias vão amadurencendo com o passar do tempo, com os mais novos acompanhando de perto e que assim, daqui a 15, 20 anos possam estar próximos as torcidas e com uma experiência muito maior, e parabenizo a Guarda Popular pois a considero a primeira Barra Brasileira, que busca unir as idéias de Barras da América do Sul com a cultura e músicas do Brasil, enquanto que a Geral do Gremio, na minha opinião se espelha quase que totalmente na Cultura Argentina de Barras, não julgo quem esta certo ou errado, mas é uma diferença que noto.
Deixamos abaixo um vídeo que fizemos com algumas imagens das 2 partidas, infelizmente boa parte das gravações nao pudemos colocar pois os arquivos se corromperam: