Comandantes dos clubes brasileiros mais do que ninguém cantam em verso e prosa a tão famosa indagação por um período de treinamentos, onde ajustes e reformulações são instauradas e blá blá blá... pois bem, se viu algo de novo dentro de campo?

Guto Ferreira assim como seus compadres de posto no futebol nacional mostram que a resposta é não, muito pelo contrário, lesões em semanas de treinos intensivos juntamente com a descontinuação de jogo ditam o ritmo das pausas “extraconjugais”.

Quinze dias de trabalhos no CT Parque Gigante resumiram o montante colorado a reproduzir uma pelota pequena em Caxias do Sul, onde o Juventude tomou conta nos contra golpes se aproveitando de um time espaçado e por momentos até complacente. Viu-se na formação com uma trinca de volantes e um trio avançado uma meia cancha exposta e sem trabalho de armação, pontos chave para uma predominância alviverde nos lances de escapada rápida.

A data FIFA que possibilita uma pausa muita requisitada parece ser encarada de uma maneira na teoria mas quando posta em pratica não surte o mesmo efeito, parece que permanecemos ainda no improviso, na individualidade, e por um lado isso é muito bom, por outro nem tanto, mas é a realidade, embates quarta e domingo parecem ser a alma do negocio e é nessa toada que o calendário será mantido por muito tempo, afinal dão margem para tal. Pena que quando existe a possibilidade de tempo de trabalho, os resultados se mostram ínfimos. 

Abraço a nação colorada!

 Por Leandro Tavares / Contato: https://twitter.com/LeTavares5