Nico López chegou em terras gaúchas em julho de 2016 junto a Udinese da Itália após o atacante se destacar na Libertadores do mesmo ano com o tradicionalíssimo Nacional de Montevideo, naquele momento desembarcava uma promessa do futebol sul-americano e uma enorme expectativa era depositada em seu futebol por parte da torcida colorada.

Desde sua contratação até o momento de estrear com a camisa vermelha, sua forma física foi sempre cercada de incertezas em um misto de seguidas lesões (com questionáveis explicações por tantos jogos perdidos em tão pouco tempo) chegando até a citarem algo relacionado a sua arcada dentária como a provável culpada por seu pouco rendimento no primeiro momento.

Mesmo com a desastrosa campanha no Brasileirão, Nico era poupado e foi deixado de lado nas críticas mais veementes que decaiam sobre o elenco alvirrubro, sempre com o pressuposto de ter chegado no meio da temporada, motivo esse que não teria contribuído para um melhor entrosamento com seus companheiros, e não contribuiu.

Em 2017 o uruguaio teria como garantia uma pré-temporada junto ao elenco com a promessa de que assim teria condições de um ano ideal para sua ascensão e sustentação como jogador realmente fundamental a formação de Antônio Carlos Zago, e de certa forma assim vem sendo, com quatro gols em nove partidas disputadas, o uruguaio vem buscando seu espaço na equipe titular e mostrando seu valor.

Chamou a minha atenção e de todos assitir a cena do centroavante no banco de reservas na vitória sobre o São José, após a péssima partida diante do Ypiranga e vindo de um gol salvador contra o São Paulo de Rio Grande anteriormente, ou seja, essa falta de continuidade atrapalha seu desempenho e até  mesmo por seu estilo “peladeiro” no bom sentido, por vezes é preterido apesar de sua maior qualidade técnica.

Nico López não pode "pegar banco" nesse time do Inter mesmo em fases inconstantes: é o tipo de jogador que pode decidir o jogo com uma bola.

Abraço a nação colorada!