A ponta da tabela se tornou enfim alvirrubra após o sexto triunfo consecutivo, dessa vez diante dos paraenses do Paysandu, em partida que marcou a “revanche” do primeiro turno que em outro momento decretava a queda de Antônio Carlos Zago do posto de treinador, desde então foram acrescidas nove posições na “tabla” de classificação além de um padrão de jogo, que hoje se faz presente dentro do Beira-Rio.

Em um embate que demonstrou esmagadora superioridade colorada as escapulidas alvicelestes surtiram efeito, resultando em um par de tentos anotados todos estes em erros de atenção da defensiva vermelha que até então conclamava-se como a menos vazada da competição, de momento as falhas não comprometeram.

Não prejudicou exatamente pela postura imposta em campo frente a quase 40 mil vozes, que inflamadas pela possibilidade de assumir o topo do campeonato se fizeram presentes no gigante. É verdade que muito também pela fantástica exibição de um certo canhoto distribuidor de bola, que foi responsável por simplesmente todos passes que findaram-se nas redes, coube a Damião e Klaus se servirem.

Chegado a segunda metade do torneio e afirmando que por fim um time de fato foi montado, do goleiro ao ponta esquerda como diriam os adeptos do futebol romântico, o ápice foi alcançado, e é nessa manutenção que o clube como um todo deve mirar.

 Abraço a nação colorada!