Na penúltima batalha do ano, o Internacional, a exemplo do primeiro turno derrotou o Goiás fazendo barba, cabelo e bigode e um pouco mais encima dos goianos, estes que historicamente sempre venderam caro as suas derrotas quando mandantes no Serra Dourada, de parte dos vermelhos os participantes dos dois tentos foram os mesmos, de Camilo para Pottker e deste para o gol.

O modo como os colorados vem resolvendo seus jogos nesse ano principalmente no que diz respeito a já superada segunda divisão é o principal ponto que quero me ater desta vez, a qualidade individual dos atletas vem decidindo ao longo das rodadas já que os rivais não demonstram um nível tão avantajado, esta combinação de fatos e nada mais do que isso, garantiu um acesso já premeditado desde o início da competição.

Há duas maneiras de analisar a condição da atual estrutura de time dos pupilos de Marcelo Medeiros, o individualismo se faz muito útil quando usado como forma de improvisação não como a estratégia de essência, sobre tudo quando o campeonato em questão é a elite nacional, o tão falado padrão de jogo não deu as caras no CT Parque Gigante mas isso não é exclusividade do ano de 17, o último personagem que o fez foi Diego Aguirre como sempre gosto de citar por aqui.

A classificação de volta para o lugar que lhe é costumeiro já foi conquistada e como é de minha opinião foi sim comemorada, o calendário alvirrubro ainda não se encerrou, o caneco da série B e a procura do novo comandante são os objetivos vigentes, e a direção juntamente com o elenco devem a torcida tal comprometimento nesta reta final.

Abraço a nação colorada!

Por Leandro Tavares / Contato https://twitter.com/LeTavares5