Os dirigentes do Inter aguardam Anderson para uma conversa franca. Ou ele aceita uma rescisão amigável do contrato, que se encerra em dezembro de 2018, ou terá que trabalhar longe do grupo principal, provavelmente no CT de Alvorada. O meia não tem ambiente para jogar pelo clube. Ele foi contratado em fevereiro de 2015, mas nunca chegou a firmar-se no time titular.

Em 2016, esteve na equipe que acabou o ano rebaixada. No começo deste ano, foi emprestado ao Coritiba, onde também parou na segunda divisão. A partir de janeiro, ele terá o maior salário do clube — em 2017, o Inter pagou dois terços do vencimento e, o Coritiba, o resto. Enquanto isso, o Inter vai desfazendo-se dos atletas que não estão nos planos. O lateral Carlinhos e o atacante Carlos, cujos contratos se encerram em dezembro, já foram embora. O Inter precisa arrumar destino para cerca de outros 30 jogadores.

Fonte: Correio do Povo