Luis Manuel Seijas, meio-campista da Chapecoense e ex-Inter, participou do programa "Esporte em Debate" da Rádio Bandeirantes de Porto Alegre, na noite desta quarta-feira. O venezuelano deu suas explicações pelo fracasso em 2016, citando o sistema de jogo do time como principal motivo para "não ter correspondido". O meia também falou sobre seu momento na Chapecoense e disse estar torcendo muito pelo Inter. Confira abaixo os principais trechos:

Sobre seu país: "Mas se respeitam as leis da constituição? Não é chamado de ditadura, ainda. Mas é uma situação ruim. Eu acho que não é uma ditadura na Venezuela porque tem a constituição, mas se tem medo de conversar lá".

"Não estou torcendo pelo Inter só porque tenho contrato. Fiz muitos amigos com as pessoas do clube. Estou torcendo muito, muito pelo Inter. Eu falo sempre com D'Alessandro. Eu acho que agora vai".

"A cobrança no Inter era muito grande e isso era normal em um clube desse tamanho".

 "Aconteceram muitas coisas no Inter. Eu fiquei no banco por decisão técnica no final. Pelo estilo de jogo do Inter na época, não se tocava muito a bola. Para mim, isso era algo importante".

"Estou muito feliz. É uma responsabilidade muito grande atuar aqui. Não é fácil montar um grupo assim. Quando não se tem sequência, não se ganha confiança, ritmo de jogo. Agora estou num bom momento".

"O Alan Ruschel conseguiu atuar no jogo treino. É impossível olhar pra eles (Neto e Folmann) e não se emocionar. Foi muito emocionante olhar os torcedores e os pênaltis defendidos pelo Jandrei. O fator psicológico entra em campo todos os jogos depois de todo ocorrido com o clube".