No momento em que se obteve conhecimento do adversário colorado na estreia da Copa do Brasil já se imaginava a mesma situação de outras oportunidades em um começo de competição mata-mata, um adversário de viagem longeva muitas vezes para o norte e nordeste brasileiro, mas com uma imposição técnica muito mais amena, facilmente lidável apesar do futebol atualmente se apresentar muito mais “igual”.

Por outro lado o momento em que o clube vive não se encaixa nesses “jargões” futebolísticos vistos muitas vezes principalmente na parte inicial da temporada, o favoritismo até descarado por vezes cai por terra e se transforma em desconfiança mais sobretudo em torcida para que de a lógica irrefutável, e que se possa passar de fase tranquilamente.

O jogo começou com o Inter tentando tomar as rédeas da situação mas sem muito poder de penetração e com a equipe amazonense chegando com muito perigo nos contra golpes, resumo esse que define muito bem o primeiro tempo, com os ingressos de Valdívia e Brenner na segunda etapa nos lugares de Diego e Carlos respectivamente, ambos deram uma dinâmica maior a equipe e foram justamente eles os autores dos dois tentos colorados que culminaram na vitória por 2x0 sobre o Princesa do Solimões, com destaque também para D’Alessandro que deu o passe para os gols e saiu venerado pelos jogadores adversários.

É fato que a atuação alvirrubra não agradou os torcedores, principalmente no 1º tempo em que a equipe de Antônio Carlos Zago pecou em muitos aspectos principalmente nas tentativas de infiltrações na área adversária, mas acredito sinceramente que a instabilidade que o time se encontra essa vitória “magra” tendo em conta o adversário foi de razoável importância, até pelo quesito confiança que no meu critério é tudo no futebol, o que não quer dizer que as cobranças terão uma pausa muito pelo contrário, há de se evoluir ou melhor seguir evoluindo.

POR LEANDRO TAVARES - CONTATO https://twitter.com/LeTavares5