Texto por Colaborador: Redação 19/11/2020 - 01:00

O Inter venceu o América-MG por 1 a 0 no tempo normal, na quarta-feira (18), com gol de Yuri Alberto nos acréscimos, mas acabou eliminado da Copa do Brasil. Após o vice-campeonato de 2019, o clube deu adeus ao torneio após perder nos pênaltis, por 6 a 5, no estádio Independência. Ao final da partida, o técnico Abel Braga lamentou a desclassificação e explicou a escolha por um time mais experiente, entre outras avaliações. Confira: 

ENTREVISTA

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Escolha por XI e trocas: "Não tem tática, não tem estratégia (ao colocar uma equipe mais experiente). Coloquei pelo que caracterizava o jogo. Nossa estratégia era errar o mínimo de passes possível para evitar essa transição (ofensiva do América-MG). Depois, a garotada entrou e, até a última bola, conseguiu o empate. Jogando os 90 minutos no campo do adversário, é difícil. Fizemos eles se desgastarem".

"Não tem isso, de 'Inter do Abelão'. O que eu vi, hoje, foi um Inter melhor do que os dois primeiros jogos que tivemos. Tivemos dois dias de treinamento. Tivemos duas derrotas (antes), e não usei isso como subterfúgio para justificar nada. Nós não podemos nos esquecer que o Inter não vinha, inclusive comigo, nos dois jogos, conquistando o que nós queríamos".

"Hoje foi nos pênaltis. O Galhardo não treinou, porque estava na seleção, mas, no ano, de oito ele acertou oito. É assim, esse é o futebol. A única coisa que eu lamento é que eles mereciam, nesse cara ou coroa, que é o pênalti, uma sorte melhor (...) O Inter jogou 90 minutos no campo do adversário. Sem muita profundidade, sem criar chance de gol, concordo profundamente. Mas nós perdemos a classificação lá (no Beira-Rio). Foi numa desatenção, no escanteio curto".

"A gente foi um digno perdedor, e acho que o vencedor também tem que ser digno e evitar esse tipo de provocação que não leva a lugar algum".

Avaliação do seu nome: "O torcedor tem todo o direito de apoiar, de não apoiar, de concordar e não concordar. O termo que eu uso para o torcedor é esse: soberania. Lamentavelmente, eles não estão podendo nos apoiar, principalmente nos jogos dentro de casa".

"Não vou ficar dizendo se fui a melhor opção ou não. Fui convocado, convidado, em uma situação que, normalmente, ninguém pega. O estranho de tudo foi a saída do treinador (Coudet). Ninguém esperava, foi de forma surpreendente (...) Você tem que perguntar aos atletas também se a saída inesperada (de Coudet) causou algum tipo de constrangimento. Mas estou aqui para trabalhar, e meu objetivo é só ajudar e tentar ganhar o máximo que puder. E conquistar títulos".

Opção por Rodinei em detrimento de Heitor: "Procurei colocar uma equipe com mais experiência em campo. Acho que o Rodinei fez um jogo muito bom, como poderia ter feito o Heitor".

Sobre como o time buscará uma melhora: "Com os jogadores que tem. Com uma forma de jogar que a gente possa obter êxito. Mais profundidade, mais dinâmica. De repente, em alguns momentos, com alguns jogadores, pode ser também uma equipe de transição. Provavelmente, dessa equipe aí, não sei se jogam dois, três ou quatro, no domingo. Não é uma equipe para jogar quarta e domingo, quarta e domingo..."

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