Texto por Colaborador: Redação 20/01/2021 - 01:47

O presidente colorado, Alessandro Barcellos, conversou nesta terça-feira (19) com à Rádio GreNal sobre os últimos acontecimentos mais importantes no Beira-Rio: reta final do Brasileiro, duelo contra o SP, trabalho de Abel Braga, possível interesse do Atlético-MG em jogadores alvirrubros e ajustes financeiros que tem sido feitos pela nova gestão. Confira um com os principais trechos em ambas emissoras:

Objetivos: "Um clube como o Internacional tem que ter em seu horizonte sempre a disputa de títulos e boas colocações nas competições."

Sobre os jovens do elenco: "A gente os trouxe logo depois daquela Copa São Paulo já para o processo de maturação deles. Com a chegada do Abel esse processo se tornou real."

Próximas rodada: "Se olharmos a rodada que terá amanhã, são muitos confrontos diretos. É importante estarmos nessa briga, é jogo a jogo, temos 8 decisões pela frente (...) Respeitando nosso torcedor, nós estamos muito focados no São Paulo. Passado o jogo do São Paulo nós pensaremos no Grêmio e no clássico Grenal."

Sobre o possível interesse em Edenílson e Patrick: "Ambos tem contrato com o Inter, não tem nenhuma sondagem e nem movimento do Atlético-MG e de nenhum outro clube. Não trabalhamos com essa possibilidade no momento. Saídas e chegadas dizem respeito a grandeza do clube, sempre ligado no mercado."

Chegada no vestiário e trabalho de Abel: "Nós encontramos um vestiário unido, um trabalho em evolução. O Abel pegou uma equipe que vinha em um sistema diferente, depois que ele conseguiu implementar seu modelo de jogo as coisas começaram a acontecer. Eu tenho a convicção que acertamos. Apesar de termos tido uma ideia de jogo no nosso projeto, sabemos que com o grupo que temos e nosso treinador, tem uma química. Isso vem nos entregando uma condição de briga pelo título."

Redução de gastos: "Isso seria um passo importante no futebol brasileiro. Infelizmente tem clubes que acabam fazendo grandes investimentos e acabam com dívidas para serem pagas e existem clubes que fazem seu dever de casa. Não basta ter um plano de redução sem dizer aonde vai ser. Queremos chegar no conselho deliberativo em março com um orçamento em que possamos arcar com os custos. Não adianta botar uma meta lá em cima. Na nossa gestão de futebol extinguimos o Inter B, ele tinha uma despesa anual de 5, 6 milhões."

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