Texto por Colaborador: Redação 25/11/2021 - 00:00

Confira as principais declarações do executivo de futebol Paulo Bracks após o duelo diante do Fluminense (0x1), em partida válida pela 35° rodada da Série A.

DECLARAÇÕES

Planejamento para 2022: "O trabalho de 2022 já começou em paralelo, não precisamos esperar o fim da atual temporada para começar. Mas não vou fazer um balanço do ano agora, faltando três rodadas. O campeonato não terminou, temos nove pontos para disputar. Seria leviano da minha parte fazer um balanço neste momento (...) Vai acontecer renovação para o ano que vem, é natural. Temos jogadores com contratos terminando".

"A direção assume a responsabilidade dessa sequência ruim. Estamos aqui pra tentar reverter isso. E vamos reverter nessas 3 partidas que faltam pra gente fechar o ano num andar mais alto, condizente com a nossa camisa".

Derrota: "Foi um jogo que nós procuramos ganhar. Os números da partida demonstram isso. Com 70% de posse de bola, empurramos o Fluminense pra dentro do seu campo. Tivemos um pênalti com 50 e poucos segundos de jogo".

Clima no vestiário: "O vestiário não está pesado. Está, hoje (quarta), muito indignado com a partida que fizemos. Torcedores e imprensa vão entender que houve entrega e luta, mas não o resultado... Estamos muito irritados e indignados, e o vestiário nos mostra isso, com essa sequência muito ruim, que não é condizente com a história do Internacional, de 3 derrotas consecutivas (...)  A gente não pode tomar outro tipo de atitude, senão continuar trabalhando pra superar essa adversidade do jogo de hoje, que foi um jogo que não faltou luta, entrega, mas que faltou o gol, o resultado... O desligamento do Paulo Paixão não teve nada a ver com o desempenho na partida de hoje.”

Paulo Paixão: "O que aconteceu com o professor Paulo Paixão, a quem eu muito respeito, não só eu, como a direção atual e, sobretudo, o Internacional, tem uma história vinculada de um lado e de outro. Foi uma opinião pessoal que ele exteriorizou, a qual não compartilhamos. Foi uma decisão pessoal dele de pedir o desligamento. Isso não influenciou nosso desempenho hoje".

Em caso de não qualificação para Libertadores: "Não vou apequenar o Inter. O objetivo é sempre o maior, quase todo o ano disputa a Libertadores, que é onde deve estar e deverá estar no ano que vem. Vamos brigar até a última rodada. E não vamos entrar para ser meros coadjuvantes, vamos brigar para ganhar como brigamos este ano".

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