Texto por Colaborador: Redação 13/01/2022 - 12:41

O ídolo Colorado Andrés D'Alessandro foi apresentado nesta quinta-feira, no Gigante da Beira-Rio. O argentino que assinou um contrato de 4 meses e depois irá se aposentar do futebol, foi apresentado pelos dirigentes e respondeu as perguntas dos jornalistas. Confira como foi.

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DECLARAÇÕES:

Presidente Alessandro Barcellos: “Capacidade técnica incrível, muita entrega e dedicação. Um exemplo, um cara que puxa a fila na pré-temporada. Um líder com grandes valores, um vitorioso".

Emilio Papaléo, vice-presidente de futebol: "É muito bom ver novamente o D’Alessandro vestindo a camisa do Inter. Um craque dentro e fora de campo. Com sua liderança e seu talento, terá uma participação decisiva neste início de ano”.

Paulo Bracks, diretor-executivo de futebol: “Quando penso no D’Alessandro é com a camisa do Internacional. Contamos muito com ele dentro e fora do campo”.

Sobre a sua chegada ao Inter: “Estou muito orgulhoso e feliz de voltar ao Clube. Estou de volta na minha casa”.

Sobre onde jogar: "Estou à disposição do treinador. Muito feliz de estar aqui. Muito contente de vestir novamente a camisa do Inter. Temos que trabalhar com respeito, obrigações e compromisso”.

“Se um treinador pedir intensidade para um jogador de 20, óbvio que ele vai estar na minha frente, mas não vou ficar muito atrás”.

Objetivos de voltar a ganhar títulos: “Para mim será igual ao primeiro Gauchão que joguei em 2009. Com Taison e outros daquela época. Volto zerado e preciso ganhar. Não tem outro caminho no futebol”.

Sobre Medida: "Treinador novo, com ideias novas. Que gosta de trabalhar, é intenso e não veio para brincar. Ele já mostrou isso nos primeiros treinos”.

“Estou muito vivo, com muita força e muito feliz. Estou igual ai vinho. Eu não voltei ao Inter pelo que ganhei. Voltei por que a diretoria, treinador e grupo de jogadores estão convencidos de que eu possa contribuir com eles. Seja fora ou dentro de campo”.

Sobre a familia e o apoio: “A família para mim é tudo. Se estou aqui hoje é por causa deles. Tenho a minha história, a de um atleta de futebol que brigou para ser profissional. E isso só foi possível por causa dos meus pais”.

Sobre a improtância da torcida e viagens: “Eu preciso me despedir do torcedor. Seja em Bagé, Erechim e nas outras cidades que a gente jogar. Necessito ter contato com os torcedores para poder me despedir. Quero pedir a última coisa, que nos acompanhe e que me acompanhe nesses quatro meses”.

Sobre Taison: “Taison é meu amigo. Como atleta dispensa comentário. E como pessoa mais ainda. Eu ajudei muito ele, agora preciso da ajuda dele. Vamos trabalhar juntos!”.

“Vou trabalhar para ajudar o Taison a fazer 10-20 gols. E para o Edenílson ir para a Seleção Brasileira. Quero que ele fique. Eu preciso desfrutar e jogar junto com ele mais uma vez”.

Sobre Edenilson: "Externei minha vontade de jogar com o Edenílson de novo aqui. Vai ser procurado pelo Atlético-MG e por outros. Ele tem uma Copa do Mundo pela frente. Sabe que aqui tem o seu lugar e espaço. Ninguém tem cadeira cativa, mas eu posso falar que ele é chave".

Sobre a vida pós futebol: "Além do curso de treinador, fiz curso de gestão. Gosto da coordenação de vestiário. É um primeiro passo depois de encerrar a carreira para que o golpe da aposentadoria não seja tão forte"

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