Texto por Colaborador: Redação 21/06/2021 - 11:50

 O Inter apresentou na manhã desta segunda-feira o técnico Diego Aguirre como novo treinador do clube. Após os discursos iniciais dos dirigentes, o treinador respondeu as perguntas dos jornalistas. Confira como foi a coletiva virtual no Gigante da Beira-Rio.

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DECLARAÇÕES:

Barcellos, presidente: “Esse é um momento que eu resumiria: Reconexão e superação. Tentar reconexão com o torcedor, vitórias e conquistas. E superação com os desafios que teremos pela frente. Diego Aguirre traduz esse momento de reconexão e superação."

JP Herrmann, Vice de futebol: "Uma pessoa que tem história no internacional, uma carreira sólida internacionalmente. Um cara que é urguaio mas que entende muito de futebol brasileiro. A gente começa hoje um novo momento, uma virada e uma readequação. Uma nova oportunidade. Temos ainda pela frente um Brasileiro e uma Libertadores."

"Quem me conhece sabe que não sou de falar muito, agora é trabalho."

Bracks, executivo: "Depois que definimos o nome do Diego, foram menos de 24h para firmar o contrato. Muito pelo interesse mútuo das duas partes. Também uma alegria de estar aqui com o Paulo Paixão, um ser humano vencedor e com uma grande história de vida."

“Esperamos com essa equipe de trabalho atingir nossos objetivos no ano. Empenho e trabalho não faltarão 2021”.

Diego Aguirre: "Estou muito feliz de voltar para casa, uma emoção muito grande de ter essa nova oportunidade. O Inter abriu as portas do Brasil para mim, em 2015 também abriu como treinador. Ficaram algumas coisas boas a se fazer. Temos desafios que sabemos que são difíceis."

“Acredito que vamos recuperar a identidade do Inter: um time de luta, entrega total e garra. Time tem que apresentar isso desde o primeiro treino”.

“Sinto uma admiração muito grande por Paulo Paixao. É um vencedor. É uma honra que esteja trabalhando conosco. Estamos em um momento muito bom na nossa carreira. Reitero: tenho convicção que vamos dar tudo. Muita confiança nos atletas do plantel”.

Dificuldades do jogo de ontem: "Prefiro não falar do que já passou. O que aconteceu ontem foi mais um jogo. Assisti aos últimos jogos. Não foi um bom jogo, mas são coisas que acontecem. Temos que olhar para frente”.

Primeira coisa a fazer: "Temos que recuperar a identidade. Temos um plantel bom. São eles que foram vice campeões brasileiros. Não estão em uma fase boa. Temos que reverter. Foco, determinação… tentar voltar ao nível mais rapidamente”.

Análise do elenco: “Não tenho dúvidas que tenho os jogadores para implementar o modelo de jogo que eu quero. Sem dúvida nenhuma, tem jogadores de qualidade e que perfeitamente vão se adaptar."

"Acompanhar a identidade, temos um plantel muito bom. são eles que foram vice brasileiro meses atrás. Muitas coisas estão na cabeça, tem que botar foco e determinação."

Sobre sua passagem no clube em 2015: "É uma nova etapa, não vou falar das coisas que já passaram. Temos que pensar na frente, vamos focalizar o grupo e estar conscientes da importância que temos daqui pra frente."

Sobre as lições de 2015: "Fizemos um grande trabalho em 2015. Ganhamos o Campeonato Gaúcho, chegamos às semifinais da Libertadores. Lançamos muitos jogadores jovens. Tenho muitas lembranças boas. Foi uma grande passagem”.

"Eu não preciso de adaptação ao Inter, eu já estou adaptado."

Como ele quer que a sua equipe seja: “Gostaria de ter um time protagonista. Com pressão, dinâmica… que jogue um bom futebol. Mas com identidade. O torcedor se sente representado quando o time luta por cada bola. Isso não pode faltar. Time grande precisa se acostumar s ganhar”.

"Eu gostaria de um time protagonista, de pressão, dinâmica, um time que joga um bom futebol. Mas também que tenha identidade, que não perca coisas que tem de muitos anos. O torcedor se sente identificado quando um time luta e se entrega."

“Lembro de cada jogo da Libertadores, com a torcida na rua, apoiando e comemorando. Sabemos que agora não será possível, mas tenho certeza que estão nas suas casas torcendo e querendo ver esse Inter ganhador. Farei de tudo para que isso aconteça".

"Temos que ser um time que se acostuma a ganhar. Me lembro de grandes momentos que passamos juntos, antes de cada jogo da Libertadores víamos a torcida nas ruas, festejando."

Sobre um possível convite da Seleção: "Estou absolutamente focado no Inter, muita coisa pode acontecer. Mas estou focado e feliz aqui, não penso em outra coisa."

Sobre peças do elenco contestadas e sobre contato com o grupo: "Ainda não tive contato com os jogadores, só amanhã. Temos que trabalhar e não pensar em coisas negativas. Temos que ter ânimo, confiança e convicção que as coisas vão dar certo. Vamos cobrar e exigir muito dos jogadores”.

Sobre utilizar a base e dificuldades do mercado: "Todos os atletas são importantes, os experientes, os meninos. Precisamos estar juntos. Temos que ter a tranquilidade de jogar, trabalhar e sentir a confiança, pois qualidade tem."

“Acredito nos meninos da base. Só temos que escolher o momento para dar a oportunidade. Temos que ir vivendo e analisando. Tenho que conhecer eles. Buscar mais informações. Sabemos que o #Inter precisa de venda de atletas”.

"Sabemos que o clube precisa projetar e vender jogadores, é normal. Vamos tentar ajudar o clube, como já fizemos."

Sobre como ajustar o time sem tempo de treinos: "Vamos tentar aproveitar o tempo ao máximo. No começo serão 24h trabalhando dentro e fora do Clube. Temos que transmitir rapidamente as nossas ideias, seja no campo, vídeos ou palestras”.

Sobre falta de continuidade no clube para os treinadores: “Futebol é dinâmico. As ideias são uma coisa e a realidade é outra. Vamos trabalhar com vontade de ficar aqui o máximo de tempo possível. Mas sei que a realidade vai estar jogo a jogo. Dentro de campo”.

Sobre os Gre-Nais e os resultados recentes negativos: "Sabemos da importância dos grenais. Lembro coisas boas em meu passado como jogador e treinador, tentaremos manter esse histórico. Mas ainda não é tempo de pensar nisso, temos que pensar na quinta."

Críticas sobre a parte física em seu trabalho: "Sim, incrivelmente foi só aqui. As vezes são informações que viram verdade, mas em todo momento estive tranquilo, pois só trabalhamos em clubes grandes e as experiências foram boas. Se o time não jogar bem, sou eu. Não dá pra separar o físico do tático. Passaram muitos anos desde 2015. Amadurecemos. Estamos prontos para trabalhar e dar o melhor”.

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