Texto por Colaborador: Redação 12/02/2020 - 00:08

Iniciando a semana mais importante até então, no ano de 2020, o Internacional recebera a Universidad de Chile no Estádio Beira Rio. Apostando no mesma escalação posta em Santiago, Coudet, ao contrário da partida no Chile, necessitara de pelo menos um gol para avançar à 3° fase da Copa Libertadores da América.

Entusiasmado frente aos 42 mil espectadores os mandantes já às primeiras voltas do ponteiro finalizava à meta do debutante goleiro argentino Campos. O Inter como grande responsável pelos futuros eventos, sejam estes de classificação ou não, empurrava o defensiva chilena, especialmente pelo flanco esquerdo, passando pelos pés de Moisés. Mesmo com essa força tarefa os vermelhos ainda eram bastante previsíveis, já que o comandante de La U, Hernán Caputto, prevera a presença de Edenílson e Patrick pelas pontas em direção à área, prendendo tal estratégia colorada. Com a saída de Patrick, o por vezes requisitado Boschilia, era o principal encarregado fazer essa função surpresa à grande área rival. O sistema defensivo azul era até então quase intransponível, fato que mudou radicalmente quando Carrasco cochilou com a bola aos pés, tempo plausível para que o ingressante Gabriel Boschilia tomasse do beque a pelota para então abrir o placar no Beira Rio, era o gol da classificação colorada.

Aos primeiros toques do segundo tempo a estratégia já era completamente diferente para ambos já que os visitantes precisariam do escore igualado para obter a passagem à fase seguinte. Os chilenos, que até então em 135 minutos mostravam um trejeito quase que tão somente defensivo, teriam de avançar à base adversária, de fato o fez, alterando duas peças em sua equipe, Espinoza e Lobos eram as apostas, sendo o avante Larrivey a grande esperança da equipe. Com as modificações o time ficou mais ofensivo, não necessariamente mais efetivo, mas concerteza mais vulnerável. Principalmente apostando nos lançamentos longos o Inter inicialmente surpreendera com Guerrero que passando pelo arqueiro não conferiu. Com o ingresso de Marcos Guilherme no lugar de D'Alessandro as jogadas rápidas em profundidade estabeleciam-se como uma constante. Este penúltimo citado aproveitara da sua principal virtude, a velocidade, para deixar para trás a cansada defensiva portenha, após isso, coube ao camisa 23 tirar Campos da jogada e selecionar o canto certo para ampliar o placar 2-0. Muitos cartões amarelos em ambos os lados foi a tônica até o apito final.

Com a ajuda essencial da dupla vinda do banco de reservas, autores do escore, que ao lado de Moisés foram os principais destaques, o Internacional superou o primeiro desafio do ano. Abrangendo as dúvidas, principalmente provindas do primeiro tempo, Guerrero foi o que mais deveu, também no aspecto físico. O Grenal se avizinha e é neste que Coudet, o debutante da vez, deve focar.

Abraço à nação colorada!

Por Leandro Tavares / Contato @LeTavares5

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