Texto por Colaborador: Redação 26/04/2021 - 16:55

O meio-campista Colorado Edenilson concedeu entrevista coletiva virtual na tarde desta segunda-feira no CT Parque Gigante. O jogador respondeu as perguntas dos jornalista e projetou principalmente sobre o duelo desta terça-feira com o Deportivo Táchira da Venezuela. Confira como foi.

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DECLARAÇÕES:

Sobre a possibilidade de títulos: “Nos últimos dois anos chegamos perto de conquistar, mas tiramos isso como lição, e quanto mais perto de ganhar, uma hora você ganha. Agora é trabalhar e acreditar no trabalho. Futebol é resultado, mas tem que se olhar para um trabalho todo que têm por traz.”

Sobre o retorno de Taison: "É um cara que dispensa comentários e apresentações. Não é à toa que ficou tanto tempo na Europa, jogando grandes competições. Com certeza veio para nos ajudar, dentro e fora de campo. Por toda história, afeto, carinho da torcida e do clube. Ele é 'filho do clube'. Tenho certeza que vai nos ajudar muito, já conhece todo mundo, todos os anos vinha nos visitar, conversar conosco, e sei que vai acrescentar muito".

Sobre o Taison nos treinamentos: “Pelos treinos que eu vi ele continua muito rápido, ele vai nos ajudar muito. Estamos loucos para ver ele jogar. Todos nós estamos ansiosos. Ultimamente só víamos na televisão, os grandes campeonatos da Europa. Graças a Deus, ao esforço dele e da direção, ele conseguiu voltar para nos ajudar. Pelos treinamentos, vimos que ele segue sendo muito rápido. Ele vai nos ajudar muito, e ficamos muito felizes por ter um jogador dessa qualidade aqui conosco".

Sobre o Deportivo Táchira: “O professor passou informações deles, hoje deve passar mais. Vemos algumas coisas por vídeos.”

Sobre o Patrick: “O jogador de meio-campo tem que ser completo. Temos que nos adaptar o mais rápido possível. Ele já desempenhou todas as funções no meio-campo e está se preparando para as oportunidades.”

Sobre a tática do treinador: "A ideia é sempre controlar os jogos, ter o controle da partida, ter a bola e propor o jogo. Como é um jogo posicional, a minha maior dificuldade é me posicionar. Eu estou aprendendo muito com o Ramírez.”

Sobre os assédios de outros clubes: “Essas sondagens mostram que estou fazendo bem o meu trabalho, quando chegar alguma proposta vou sentar com o Inter e ver se é melhor ou não para ambos. Estou feliz aqui.”

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