Texto por Colaborador: Redação 12/01/2021 - 12:23

O meio-campista Colorado Edenilson participou do programa Bem Amigos, do SporTV, na noite desta segunda-feira. O jogador participou de casa e respondeu as perguntas dos jornalistas. Confira algumas das principais respostas.

TEXTO:

Ser de Porto Alegre e jogar no clube: "É uma honra poder fazer parte da história do Inter, minha família e eu somos muito felizes e gratos por isso."

Mudança no comando: "Cada treinador é diferente. O Abel conhece o clube muito bem. Lógico que a gente sentiu a mudança mas acho que o grupo é bom e reagiu rapidamente à mudança, se adaptando rápido a metodologia do Abel",.

"O Coudet era um cara que tinha a ideia formada, o Abel pensa mais jogo a jogo, mudança de sistema e modos de defender e atacar. Acho que vem dando certo, e vamos seguir até o final do campeonato."

Covid: "É uma doença estranha, a gente não sabe realmente quais são os sintomas dela. Eu tive muito cansado, queria só ficar deitado. Meus filhos não tiveram praticamente nada de sintomas, mas eu e a minha esposa tivemos praticamente os mesmos: cansaço, dor no corpo, dor nas costas, dor nos olhos. É uma doença que vai nas nossas fraquezas. Meu irmão pegou também, e ficou bem mal. É uma roleta-russa que a gente não precisa testar. Quanto mais a gente puder se cuidar, de informar sobre a doença, vai nos ajudar muito".

Projetando o Gre-Nal e os resultados negativos recentes: "A gente sabe que precisa vencer o quanto antes. Eles vêm de uma base muito boa, estão sempre brigando como nós. Sabemos que no clássico chegam os dois equilibrados, mas que temos de vencer".

"Claro que incomoda a gente. A gente sabe o quanto mexe com o torcedor e com a cidade. Às vezes brinco que estou cansado de falar que a última vitória foi com um gol meu, porque a gente tem que vencer o quanto antes. A gente sabe que o Grêmio vem de uma base muito boa também, mas, no clássico, vão chegar os dois iguais. A gente sabe que está na hora de vencer, a gente se cobra disso".

Briga pelo título: "O nosso campeonato, para mim, é o mais difícil do mundo. Eu joguei fora (do país), e não tem igual ao nosso campeonato. Ele é cheio de surpresas, de regularidade, de que erra menos, perde menos pontos. E, falando da nossa equipe, a gente vem fazendo isso. A gente espera dar sequência até o final do campeonato".

"A gente procurou nunca deixar distanciar. A gente sabia que, no final do campeonato, iria afunilar. Sempre tivemos entre os oitos primeiros, e isso é importante, vai dando força e moral. A gente não pode desvalorizar nenhum pontinho que é conquistado. (...) A gente tem nove finais, e espera manter essa regularidade para chegar aos jogos finais e estar brigando ainda".

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