Texto por Colaborador: Redação 01/06/2020 - 19:00

O jornal Estadão, de São Paulo, entrou em contato com as 20 equipes da Série A do Brasileirão de 2020, questionando se os clubes mudaram suas posições em relação ao projeto de clube-empresa agora que foram impactados pela grave crise econômica imposta pelo Covid-19. Em resposta, todos afirmaram ser favoráveis aos projetos apesar da pandemia, mas a adesão aos moldes empresariais está longe de ser um consenso.

Tema recorrente em 2019, os Projetos de Lei nº 5.082/16 - já aprovado na Câmara dos Deputados e nº 5516/19 - em discussão no Senado, que abordam a transformação da gestão associativa dos clubes para o molde empresarial, se esfriaram em decorrência da propagação do novo coronavírus.

Segundo a matéria, a decisão dos clubes não mudou e a maioria deles continua enxergando os projetos da mesma forma. Também de acordo com o jornal, Grêmio e Internacional se opõem à gestão empresarial devido aos seus históricos democráticos e não se enxergam neste modelo, embora sejam favoráveis à adequação para clube-empresa.

Ceará, Vasco da Gama, Atlético-MG, Flamengo, Bahia, Fluminense, Fortaleza, Goiás, Grêmio, Santos, São Paulo, Palmeiras, Corinthians e Internacional. Vasco, Atlético-MG e Fluminense mantém o posicionamento externado no manifesto de meses atrás, dando conta de que "Não se opõem ao debate do chamado 'clube-empresa', desde que os Clubes que se mantiverem sob a forma de associação não percam nenhum direito ou benefício, presente ou futuro". Apenas Botafogo e Atlético-GO mostraram-se adeptos à migração de suas gestões.

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