Texto por Colaborador: Redação 06/11/2020 - 12:58

Devido à paralisação do futebol por conta da epidemia de Covid-19, a FIFA mudou as tradicionais datas em que as janelas de transferências ficam abertas. Assim, a última janela deste ano abriu no dia 13 de outubro e vai fechar na próxima segunda-feira, dia 9 de novembro.

Ou seja, os clubes brasileiros têm apenas mais três dias para trazerem reforços vindos de times do exterior, enquanto o mercado interno seguirá aberto e os times poderão inscrever jogadores na Série A do Campeonato Brasileiro, por exemplo, até o o dia 20 de novembro (opção bastante escassa dado que a maioria dos atletas já atuaram 7 vezes por suas equipes).

Com Eduardo Coudet reclamando e avaliando o grupo colorado como "curto", fato é que se Internacional pretende reforçar o plantel, terá que correr contra o tempo para evitar tudo de última hora. Tal realidade, no entanto, parece bastante improvável, devido aos problemas financeiros agravados pela crise mundial. 

Falando no início da semana ao jornalista Nando Gross, o presidente colorado, Marcelo Medeiros, não descartou a vinda de novos jogadores mas a tratou como bastante improvável, postura espelhada pelo executivo de futebol alvirrubro, Rodrigo Caetano, durante entrevista coletiva de apresentação do novo reforço (Mauricio):

"Não posso cravar que não vai chegar ninguém ou que não vai sair. Não temos nenhuma negociação em curso, nem com possibilidade de finalização imediata. Trabalharemos no final de semana para tentar viabilizar alguma coisa. Volto a dizer, não é gerar uma falsa expectativa daquilo que temos como limitação. Em um mundo ideal, teríamos mais opções, mas vejo como pouco provável que a gente consiga sacramentar algo antes dos prazos encerrarem", iniciou, para complementar. "Eu sou um diretor-executivo de futebol. Qual dos dirigentes remunerados de futebol que não gostaria de ter um elenco vasto? Fazendo maiores investimentos? É um desejo. Mas neste momento, as diretrizes do presidente, do Conselho de gestão, dentro do cenário que vivemos, acabaram nos impedindo (...) Gostaríamos de ter um grupo com maiores opções, mas não invalida dizer que temos um bom elenco, um grupo de qualidade e qualificado. Não é nenhum discurso conflitante, mas é uma realidade. Nos resta lutar com as armas que temos, e temos boas armas. Se não melhor, em igualdade com os grandes clubes", finalizou.

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