Texto por Colaborador: Redação 29/11/2020 - 00:00

Sem poder contar novamente com Abel Braga à beira do gramado por conta do Covid-19, o Inter teve o auxiliar Leomir de Souza na casamata no empate sem gols contra o Atlético-GO, na noite deste sábado (28), pela 23° rodada. Ciente de que a fase não é positiva, Leomir avaliou a partida, projetou o confronto decisivo frente o Boca e o que deve ser feito para tentar reagir frente o atual campeão argentino. Confira suas declarações pós-jogo, em Goiânia:

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Empate e atuação: "Fizemos um jogo de razoável para bom. Os números não ganham jogo, mas foram favoráveis para nós. Tivemos um jogador expulso e um pênalti perdido. Se tivesse de ter um vencedor, teria de ser o Inter. O que está faltando são os resultados, os resultados não são bons. Temos consciência disso e estamos trabalhando para melhorar. Hoje (sábado), fizemos uma partida melhor do que as outras (...) Realmente, os resultados não estão sendo bons, mas trabalho não está faltando. Hoje, o Inter fez um jogo melhor que em algumas outras partidas".

"A gente está buscando, sempre, fazer um jogo em alto nível. Mas, hoje, a gente tem de ver as circunstâncias do jogo. Tivemos um jogador expulso, uma chance clara que não entrou, um pênalti".

"O Galhardo, infelizmente, não tem conseguido fazer gols. Mas não é só ele. Outros jogadores também tiveram oportunidades de finalizar e não conseguiram converter. A gente precisa trabalhar mais e melhorar".

Projeção contra o Boca: "Vamos nos mobilizar e estudar bem o adversário, treinar muito forte e nos dedicarmos ao máximo. Será um jogo muito difícil, temos de mobilizar os jogadores. Já tínhamos trabalhado forte para o jogo que foi transferido. É um jogo muito difícil, muito mais difícil que o jogo de hoje, com certeza. Então, é esquecer o Brasileirão e pensar na partida de quarta-feira". 

Trabalho com Abel: "O treinamento do dia a dia é monitorado pelo Abel (Braga), remotamente. Tudo a gente conversa com a comissão técnica, para se definir os treinos (...) Buscou se manter a estrutura que se vinha jogando, a maneira que a outra comissão técnica trabalhava. Mas cada um tem a sua colocação, a maneira de trabalhar (...) A gente está procurando conversar no dia a dia com os jogadores, não se mudando a estrutura do time. Não foi mudada a estrutura, a maneira que vinha jogando. Talvez no segundo jogo nosso, contra o Santos".

Possibilidade de uma perda de confiança dos jogadores: "Isso não pode acontecer. Independente de quem está dirigindo o time, a confiança do jogador tem que ser sempre a mesma".

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