Texto por Colaborador: Redação 14/06/2021 - 01:53

O Inter conseguiu a primeira vitória no Brasileirão na noite deste domingo (13). Após dois tropeços decepcionantes (Sport e Fortaleza), o Colorado foi até Salvador e venceu o Bahia por 1 a 0. A equipe foi comandada pelo auxiliar Osmar Loss, que destacou a entrega dos jogadores no confronto diante dos baianos. Confira suas principais declarações pós-jogo:

Vitória em Salvador: "Conseguimos controlar bem. Trancamos bem a grande área para que isso não acontecesse (chutes de fora da área). O Bahia tentou alguns chutes de longa distância, mas não acertou. Além disso, os cruzamentos foram bem controlados (...) Percebemos que o Bahia estava criando bastante perigo pelo lado de campo. Desde a primeira etapa, colocamos o Yuri Alberto para fazer a contenção do lateral do Bahia. E quando perdemos um jogador (no segundo tempo), naturalmente, a responsabilidade dele aumentou. Na medida em que percebi que a parte física estava se sobressaindo, tivemos a entrada do Lindoso, que foi importante pela bola aérea. Tudo foi com o intuito de ajustar aspectos táticos, mas também físicos".

Falta de compreensão ao que o Ramírez pedia: “Todo profissional deixa um legado. Miguel e sua comissão fizeram isso. Vamos usar algumas coisas para evoluir. Processo de mudança na nossa cultura é normal. Jogadores sabem da sua responsabilidade”.

Melhora na entrega? "Eu não vejo a equipe se entregando mais. Eu acho que os jogadores sabem de sua responsabilidade e sua necessidade de dar sua prova. Eu acho que hoje eles fizeram isso e contra o Vitória também correram muito com 1 a menos. “Os jogadores já sabem da sua parcela. Inter vem de um final de temporada onde lutou pelo título. Isso interfere dentro do campo. São seres humanos. Sofrem também quando o momento não é bom”.

Expulsões nos últimos jogos: “O Internacional chegou ao final de uma temporada muito desgastado mentalmente, onde ficou com o vice-campeonato. A gente tem conversado para minimizar esses erros.”

Sobre o confronto com o Vitória, pela CdB: "Como em qualquer eliminação, o vestiário estava triste, sofrido. Os jogadores acreditavam muito que a gente podia ter alcançado a próxima fase. Jamais foi projetado não passar".

Segunda etapa com um homem a menos: “A dedicação dos jogadores e a disciplina tática foram decisivas hoje. Mesmo com um homem a menos tivemos as melhores oportunidades (...) O vestiário, hoje, é de jogadores que se sacrificaram, se doaram e que tão de parabéns pela sua disciplina tática, pela sua dedicação, pelo compromisso com a camisa do Internacional."

Sobre a diferença dos últimos dois jogos: “Na partida contra o Vitória os jogadores correram muito também. O que mudou foi que hoje trancamos a frente da área e evitamos chutes de média distância.”

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