Texto por Colaborador: Redação 13/07/2020 - 14:40

Nesta segunda-feira o presidente Colorado Marcelo Medeiros participou do programa Sala de Redação, da Rádio Gaúcha. O mandatário alvi-rubro falou sobre vários temas, e demonstrou principalmente o seu otimimso com volta do futebol na rotina do clube e como isto pode amenizar a crise com a pandemia do Cronavírus. Confira os principais trechos.

TEXTO:

Retorno do futebol: "É importante que a gente se mantenha no nosso dia a dia, sem fazer aglomerações, atendendo ao pedido das autoridades públicas, mas é importante que um segmento importante da atividade produtiva, que faz parte da cultura do nosso Estado, possa começar a exercer sua atividade e preencher um espaço na vida dos gaúchos".

Dificuldades com a crise: "Foram uma série de variáveis que fizeram termos um fôlego financeiro. O Inter recebeu aquela verba da CBF, fez uma repactuação com instituições financeiras. Vendeu um atleta jovem (Erik), e parte da receita já entrou, deu saída a outro jogador que foi o Gustagol, e teve um ganho financeiro. Este é o dia a dia, enfrentando dificuldade do fluxo de caixa, mas jogando futebol as coisas tendem a melhorar".

Vendas e reforços: "Nós trouxemos agora o Matheus, um jogador extremamente forte, que tem mostrado muita qualidade nos treinos técnicos que vem fazendo. Foi uma equação que o Inter não precisou fazer nenhum gasto neste momento. Em situações assim, o Inter pode trazer algum reforço até o final do ano. Mas, para que a gente possa ter equilíbrio financeiro, o Inter vai ter que vender, até porque orçamos um valor importante a título de vendas de atletas".

Questão polítia e o tema sobre o seu mandato: "No início da pandemia, por iniciativa pessoal, o Vítor Saydelles, que é um advogado trabalhista renomado e não é do meu movimento político, apresentou essa proposta, porque visualizava que era um ano com, no mínimo, um semestre perdido. Mas o pedido não foi aceito pela mesa do Conselho Deliberativo e ele não recorreu. Mas o Inter tem excelentes nomes para presidir o clube. Depois de conquistar uma vaga direta para a Libertadores, atravessar uma pandemia... Que missão eu assumi! Mas vamos lá, vamos trabalhar até 31 de dezembro. E, se alguém pensar diferente, me sinto lisonjeado com isso".

A nova MP e a crise com a Turner: "A gente espera que sim. Temos uma situação diferente ao dos outros sete clubes da Série A, que têm contrato até 2024. O contrato do Inter termina esse ano. A gente está procurando uma conciliação, até porque os valores a serem pagos para o Inter, em razão do tempo de contrato em vigência, são menores. Nossa ida ao Palácio do Planalto tinha relação com esta situação, porque a Medida Provisória (MP) publicada pelo presidente daria a Turner a possibilidade de transmitir mais jogos do que os contratados. Mas esta situação está meio complicada, a gente tem lido algumas matérias de que a tendência é que, no Congresso Nacional, a MP perca vigência. Mas o importante é que o Inter está trabalhando para conciliar, para que os valores pactuados sejam pagos ainda este ano".

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