Texto por Colaborador: Redação 05/05/2020 - 17:05

A CBF ainda não tomou uma decisão sobre a paralisação do futebol e a possível volta das atividades, mas ressalta a importância de seguir algumas recomendações, entre elas, diminuir o máximo possível o número de pessoas envolvidas na partida, sem contar é claro dos torcedores.

Segundo levantamento feito pelo portal Super FC, consultando regulamentos, súmulas, staff de clubes, promotores de eventos e emissoras de TV, o número mínimo de profissionais em serviço é de, pelo menos, 200 pessoas, considerando alguns serviços essenciais, deixando de fora alguns profissionais que não precisariam comparecer às praças esportivas, como diretores, atletas não relacionados e parte da imprensa. Tal montanto, todavia, ainda impossibilitaria o retorno das atividades.

Sobre isso, o Presidente da Federação Mineira de Futebol, Adriano Oro, comentou: “A própria CBF sugeriu um modelo e nós, da federação, em conversa com a secretaria de saúde, estamos aprimorando esse protocolo, conforme as peculiaridades de Minas Gerais. Já tivemos reuniões, onde foram debatidos alguns pontos. O protocolo prevê o número mínimo de pessoas, não sei se chegaremos a 200, me parece que serão bem menos pessoas”, explicou o dirigente ao O Tempo.

A CBF encaminhou, na semana passada, um documento com mais de 20 páginas para ser aprovado pelo Ministério da Saúde. O protocolo, que reúne a avaliação de dezenas de profissionais de clubes e infectologistas, sugere testes rápidos e medição de temperatura em jogadores e comissão técnica e cuidados com higienização de uniformes, alimentação e transporte.

“A próxima etapa é discutir com os departamentos médicos dos clubes para que eles também possam opinar para saber se é viável ou não. Uma vez definido o protocolo, esse documento será submetido ao Coes para saber se ele pode ser implementado na prática”, pontuou Adriano Oro.

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