Texto por Colaborador: Redação 01/06/2020 - 20:00

Pode-se dizer que para alguns jogadores a pausa pela quarentena os serviram bem. Vários gravemente lesionados em vez de perder jogos ganharam dias de recuperação. Rodrigo Dourado e Peglow são alguns dos casos que se aproveitaram e aproveitarão esses dias para deixar o departament médico.

Na Europa, aconteceu o mesmo com Eden Hazard e Marco Asensio, em Madri, ou com o uruguaio Maxi Gómez, do Valência, para citar alguns exemplos. Todavia, também existe o outro lado da moeda e depois de dois meses sem atuar, o futebol alemão somou oito lesionados em nove jogos após o recomeço. 

E em outras ligas européias alguns nomes fortes também estão caindo: Ramiro Funes Mori no Villarreal, Zlatan em Milão e João Félix do Atlético. E nesses casos, era apenas um retorno ao treinamento, não à competição.

Quando se fala com os jogadores de futebol em nosso meio, quase todo mundo concorda que as práticas feitas por Zoom foram divertidas e inovadoras a princípio, mas que o cansaço, a falta de motivação e o esgotamento mental - e até a falta de espaço - em muitos casos tornam os exercícios individuais cada vez menos rigorosos. E eles são argumentos dignos. Mas isso nos leva a pensar no seguinte.

Se as pessoas na Europa ficaram inativas por dois meses e começaram a desmoronar, o que acontecerá com os nossos quando tivermos que retornar após três, quatro ou cinco meses fazendo pouco em suas casas? Por isso, entre outras razões, acredita-se que a tentativa de retornar às práticas coletivas devem ocorrer mais cedo ou mais tarde.

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