Texto por Colaborador: Redação 23/07/2021 - 16:27

Nesta quinta-feira o ex-técnico Colorado Miguel Ángel Ramírez foi apresentado como novo técnico do Charlotte FC, dos Estados Unidos. O clube passará a disputar a Major League Soccer a partir de 2022 e, neste período, o espanhol poderá organizar o time para a próxima temporada. O treinador respondeu as perguntas dos jornalistas e chegou a falar brevemente sobre a passagem pelo Inter.

DECLARAÇÕES:

"É uma grande oportunidade treinar uma equipe da MLS. Vou trabalhar para que seja um espetáculo que valha a pena parar por 90 minutos, no fim de semana, e assistir com a família e com os amigos".

"Vou ser muito honesto com você: odeio o limite que colocamos em nossas mentes. Esses pensamentos não ajudam você em nada. Não gosto de limitações. No Brasil é igual. Treinador espanhol? Mas se eu tivesse esse pensamento, não teria ido para o Brasil e não teria vindo para cá. Eu não me importo com isso (ser um treinador estrangeiro). Você precisa começar com algo, precisa acreditar. Se eu achar que meu sistema e meu jeito de jogar não vão funcionar, fico em casa e não faço nada. Mas eu acreditava que poderia estar aqui hoje".

"Vou ser muito honesto com você: odeio o limite que colocamos em nossas mentes. Esses pensamentos não ajudam você em nada. Não gosto de limitações. No Brasil é igual. Treinador espanhol? Mas se eu tivesse esse pensamento, não teria ido para o Brasil e não teria vindo para cá. Eu não me importo com isso (ser um treinador estrangeiro). Você precisa começar com algo, precisa acreditar. Se eu achar que meu sistema e meu jeito de jogar não vão funcionar, fico em casa e não faço nada. Mas eu acreditava que poderia estar aqui hoje".

"Eu não crio muita expectativa, porque assim eu fico mais tranquilo e não me frustro. Venho com toda energia e disposição para fazer o meu trabalho. Vai ser uma experiência em um país diferente, com uma cultura diferente, que é um pouco do que tenho feito nesses últimos anos. Quanto à competição, creio que a MLS ainda está se formando e, tanto para treinadores quanto para jogadores jovens, não sei se é um objetivo, um fim, mas sim um meio. Espero viver uma grande experiência, competitiva, e chego para montar a primeira equipe do Charlotte, e isso será um desafio."

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