Texto por Colaborador: Redação 31/05/2021 - 05:36

O Inter quase venceu o Sport neste domingo, no Beira-Rio, pela primeira rodada do Brasileirão. Após abrir o 2 a 0 no primeiro tempo, a equipe cedeu o empate na etapa final, repetindo os roteiros desde o GreNal no Beira-Rio. Para o técnico Miguel Ángel Ramírez, a sua equipe já dava sinais de queda de rendimento ainda nos 45 minutos iniciais. Confira suas avaliações após o terceiro tropeço seguinte vermelho:

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Empate: "Também no primeiro tempo começamos a fazer coisas, tanto com 1 a 0 quanto 2 a 0, que eu não gostava, que nos distanciava do que deveríamos seguir fazendo. Não creio que a diferença foi entre o primeiro e o segundo tempo. Já no primeiro não estávamos conseguindo, do ponto de vista defensivo, ir à frente e chegar ao plano que havíamos desenhado (...) Custamos a voltar ao jogo. No intervalo, mostramos imagens e tentamos melhorar. Creio que pelos lados, melhoramos, mas por dentro não. Melhoramos no segundo tempo (defensivemente). Mas creio que no segundo tempo pioramos no ofensivo. Custou a voltar a jogar, controlar. Jogamos como uma equipe aberta, e o adversário teve mais espaço. Desde o primeiro tempo tínhamos coisas que com o resultado a favor deveríamos fazer melhor, poderíamos ir para o intervalo com uma diferença maior".

"O gol (contra o Sport) veio a partir de um pênalti. Contra o Always Ready, tivemos 22 finalizações. Não sei se tem alguma equipe que consegue gerar tantas situações no futebol brasileiro. Há dias em que a bola não entra. Estamos analisando, mostrando o que queremos aos jogadores. Perdemos peças e agora vamos recuperando. Vamos recuperando as peças para tentar ser competitivo por mais tempo (...) Temos que estar sempre mais perto da vitória do que da derrota. Estamos merecendo mais do que estamos recebendo”.

Pressão e protestos da torcida: "Sabemos que o resultado manda, mas não podemos agir como a torcida. Somos profissionais e temos de pensar além. Não estamos analisando em cima dos resultados, mas dentro do modelo de jogo que irá nos deixar competitivos, sem depender da sorte ou de decisões da arbitragem. Queremos sempre estar mais próximos da vitória do que da derrota. Somos profissionais. Temos que olhar por cima do resultado. Ganhando ou perdendo”.

“Os protestos não ajudam. Mas eu entendo. No hotel protestaram. Mas também alguns torcedores foram apoiar. Mas isso não vende ou não dá audiência nos programas. Existe gente descontente. E eu respeito isso. Estão com fome de vitórias. Não sei se hostilidade contra os jogadores ajuda. Estamos em um clube grande. Há pressão sempre. Temos que ganhar sempre. É preciso conviver com isso (...) Eu compreendo o torcedor. Mas os primeiros que sofrem somos nós que vestimos essa camiseta. Sabemos que precisamos fazer as coisas para que o Colorado volte a vencer”.

Utilização de Johnny: "Falta tempo e evolução ao Johnny. Cada um tem seu processo. Vai ter minutos. Não é fácil. O que eu peço a ele é complicado. Peço que tenham um pouco de paciência; Vou colocar o Johnny quando estiver preparado. Nao vou jogá-lo aos leões. Quando estiver seguro e com confiança para exercer o que eu peço, terá minutos”.

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