Texto por Colaborador: Redação 14/06/2021 - 13:25

Após uma semana turbulenta e marcada por fiascos, o Inter conseguiu dar uma leve refrescada no ambiente pesado com a vitória neste domingo sobre o Bahia por 1 a 0, no duelo pelo Campeonato Brasileiro, e foca a partir desta segunda-feira na busca pelo novo treinador do Clube. Segundo inormações da GZH Esportes nesta segunda, a direção mantém o plano de promover uma mudança no modelo de jogo da equipe Colorado, sendo assim, a ideia é contratar um comandante de estilo mais objetivo, similar ao de Coudet na temporada de 2020. Os principais nomes analisados são o português Marco Silva e o uruguaio Diego Aguirre.

Com MAR, a diretoria alvi-rubra planejava jogar de forma propositiva através da posse de bola, mas agora, a ideia é ter um time que pressione o adversário e busque o gol de uma forma mais vertical e intensa, algo que se encaixa mais no perfil do elenco e que deu certo na passagem do argentino Coudet pelo Gigante da Beira-Rio. Ao longo desta semana, a direção fará uma série de reuniões para formar uma convicção sobre o nome ideal. Nos bastidores, as pessoas envolvidas falam em não ter pressa, para não errar.

O clube trata do tema com calma e sem pressa para definir quem será o comandante para o restante da temporada. Os dirigentes já elegem alvos prioritários, na mesma toada em que descartam opções. Mas não há um nome escolhido, nem negociações iniciadas neste momento.

O nome do português Marco Silva foi oferecido por empresários e agradou od dirigentes. O treinador está parado desde 2019, quando deixou o Everton da Inglaterra também uma oferta do Fenerbahçe da Turquia em mãos. O português é visto como um técnico de liderança e personalidade e que monta equipes agressivas, com muita pressão sobre a defesa adversária. No entanto, o principal obstáculo para a acerto com Silva é o alto custo. Em salários, o Inter arcaria com 120 mil euros para toda a comissão técnica, o equivalente a cerca de R$ 750 mil mensais, valores considerados elevados para os combalidos cofres.

Já outro nome avaliado seria a de Diego Aguirre. O uruguaio tem o desejo de voltar a trabalhar no Brasil e vê com bons olhos retornar ao Beira-Rio. Em 2015 eçe levou o Inter à semifinal da Copa Libertadores e foi campeão gaúcho. O técnico tem a vantagem de ser mais barato, conhecer o contexto brasileiro e segundo alguns mebros da direção, tem o perfil para fazer o time ser ofensivo, vertical e intenso.

Outros técnicos foram debatidos inicialmente, mas perderam força. Caso de Lisca, está praticamente descartado. Seu nome está longe de ser consenso: agrada parte da diretoria, mas também enfrenta resistência interna no clube.

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