Texto por Colaborador: Redação 19/11/2020 - 18:34

Em entrevista na noite desta quinta-feira (19) à Rádio Bandeirantes, de Porto Alegre, o vice de finanças e de marketing e mídia do Inter, Lauro Hagemann, falou sobre o impacto da perda da verba de R$ 7 milhões - que era esperada no orçamento 2020 - da Copa do Brasil, após a desclassificação nas quartas de finais para o América-MG, no Independência. Avaliando o delicado momento financeiro do Inter em uma pandemia, confira suas principais declarações sobre o assunto:

Efeito da desclassificação e pandemia: "A gente conta com essas projeções para definir o orçamento, mas a gente sabe que podem não acontecer, como não aconteceu. Então se tem de buscar receitas de outras fontes (...) Realmente, esse ano de 2020, e não só para o Internacional, para todos os clubes, com a pandemia que atropelou o mundo, criou um cenário que é difícil de fazer projeções e cumprir o que se estimava".

Reposição com venda de atletas: "Nós não temos expectativas, pelo menos nesse momento, de vender algum jogador (...) Para isso, vamos ter mais tempo para consolidar novas fontes de receita, para, eventualmente, fazer negociação de jogadores e, até mesmo, criar novas receitas".

Dívidas de curto prazo que estariam altas: "Nós temos algumas obrigações que acontecem ao longo do ano. Quando se fala em dívida de curto prazo, não é a que vence no mês que vem. Nós falamos em curto prazo no período de um ano. Sempre fomos muito transparentes com a torcida. Contamos, sempre, a verdade, dizendo que muitas das carências se dão porque precisamos honrar compromissos, muitos deles não feitos por nós. Quando se tem déficit, dívidas para honrar, reduz muito a nossa capacidade de investimento".

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